quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Aborto (créditos Pr Ciro Zibordi e Pr José Marcos Antunes- Apucarana)

ABORTO.

08/10/2010
Posição quanto à descriminalização do aborto não é meramente uma questão religiosa (e, por isso, é primacial para a escolha do candidato)
- Acredita-se que a maioria do povo evangélico e boa parte dos católicos praticantes não tenham votado em Dilma Rousseff, no primeiro turno. Por quê?
- O pastor Silas Malafaia, numa decisão polêmica, resolveu não apoiar a evangélica Marina Silva. Por quê?
- O PT estuda retirar a descriminalização do aborto de seu programa de governo. Por quê?
- Os petistas — mesmo sem provas contundentes — querem convencer os eleitores de que José Serra, assim como Dilma, é abortista. Por quê?

A resposta a todas as perguntas acima é a seguinte: para um eleitor cristão, o posicionamento a respeito do aborto não é uma questão secundária; é preponderante para que ele decida quanto à escolha do seu candidato à presidência do Brasil. Por quê? Não há outras questões mais prioritárias? Por que os evangélicos falam tanto em aborto? Isso não é uma forma de perseguição ao petismo e à sua candidata à presidência?

Para um eleitor cristão (cristão de verdade!), a posição de um candidato quanto ao aborto revela o seu caráter e as reais intenções do seu coração (cf. Mt 15.19,20). E, para esse tipo de eleitor, que é conhecedor da Palavra de Deus e discerne bem tudo (1 Co 2.15), os mandamentos e princípios bíblicos são inegociáveis; estão acima dos programas do petismo, do pevismo, do peemedebismo, do peessedebismo, etc.

Curiosamente, há cristãos (cristãos?) ligados a partidos políticos opondo-se a pastores em razão de eles se posicionarem contra o movimento pró-aborto? Não é isso uma contradição? Ora, o cristão que estuda a Bíblia, frequenta a Escola Dominical e comparece às reuniões de ensino já deve ter apreendido que o aborto voluntário — feito de maneira “lícita” (de acordo com a lei vigente em um país) ou clandestina — é um homicídio qualificado. Em Êxodo 23.7, está escrito: “não matarás o inocente”. Ou seja, abortar voluntariamente é o mesmo que assassinar uma pessoa inocente (cf. Êx 20.13; 21.22,23; Jó 3.16; Ec 6.3). E, se esse tipo de homicida não se arrepender, terá como morada, na eternidade, o Inferno (Ap 21.8).

O cristão que prioriza a Palavra de Deus, considerando a gravidade do pecado de matar uma pessoa inocente, passa a ver a questão em apreço com maior cuidado. Não é apenas questão religiosa; envolve ética. E ele reflete: “Se um candidato não consegue ter misericórdia de uma pobre criança indefesa, que é morta cruelmente ainda no ventre materno, como agirá ao tratar de outras questões que exigirão dele compaixão?” Afinal, qual é a diferença entre a criança nascida e a que está no ventre materno, à luz da Bíblia e da Ciência? Ambas são vidas humanas, pessoas.

Há evangélicos mal-informados alegando que um candidato defensor da descriminalização do aborto está a favor da vida em razão de ele priorizar a saúde da mulher. No entanto, esse argumento é falacioso, posto que uma criança de ventre não é apenas um pedaço da carne que pode ser removido, descartado. Para o cristão atuante (e não apenas nominal), o aborto é um crime hediondo. Por meio dele, uma pessoa, uma vida humana — que depende da mãe, é verdade, mas não pertence a ela — é morta de maneira cruel e sem direito à defesa.

Por que, então, o cristão que se preza opõe-se a um candidato declaradamente favorável à descriminalização do aborto? Porque ele sabe que Deus não nos dá o direito de tirar a vida de pessoas, mesmo as que ainda não tenham nascido (Dt 32.39). Ele sabe que, segundo a Bíblia e a biologia, a vida humana começa no momento da concepção, e não no nascimento. Ele sabe também que o Senhor conhece o ser humano quando ainda é apenas um plasma, uma substância informe (Jó 31.15; Sl 139.13-16; Is 44.2,24; 49.5; Jr 1.5; Lc 1.39-44).

Ainda que os militantes de partidos pró-aborto estejam extremamente irritados com os pastores, pregadores, articulistas e editores de blog que verberam contra o abortismo, essa postura dos evangélicos é legítima. Por isso, para os cristãos que amam a Palavra de Deus e adoram o Deus da Palavra, o posicionamento quanto à descriminalização do aborto é preponderante, primacial e decisiva na escolha do próximo presidente do Brasil.

Em Cristo,

Pr Ciro Zibordi

A velha Cruz, ea nova (creditos Pr José Marcos Antunes-Apucarana)

- A velha Cruz, e a Nova...

Sorrateira, e geralmente desapercebida, surgiu nos meios evangélicos populares uma nova cruz. Se parece com a antiga cruz, mas é diferente: as semelhanças são superficiais, mas as diferenças fundamentais.
Desta nova cruz surgiu uma nova filosofia de vida Cristã, e desta nova filosofia brotou uma nova técnica evangelística, um novo estilo de adoração, uma nova espécie de pregação. Este novo evangelismo emprega a mesma linguagem do antigo, mas seu conteúdo não é mais o mesmo, e a sua ênfase foi também mudada.
A antiga cruz não tinha trato com o mundo. Para a carne orgulhosa de Adão ela significava o fim da caminhada, pois ela executava a sentença da Lei do Sinai. A nova cruz não se opõe à raça humana; antes, ela é uma companheira amistosa que, se bem operada, se torna fonte de imensa e pura alegria e de inocentes prazeres. Ela permite que Adão siga sua jornada sem qualquer interferência. A motivação de sua vida permanece inalterada: ele ainda vive para seu próprio prazer, só que agora se diverte cantando canções religiosas em lugar de cantigas mundanas, e assiste a vídeos religiosos em lugar de beber cachaça. A base de tudo ainda é a auto-gratificação e o prazer, apenas os meios de alcançá-los são mais “elevados” quanto ao seu aspecto moral, quando não intelectual.
A nova cruz favorece uma abordagem evangelística nova e totalmente diferente. O evangelista não exige a entrega da vida velha antes que uma nova vida possa ser recebida. Ele não prega contrastes, mas semelhanças. Ele procura despertar o interesse dos ouvintes, mostrando que o Cristianismo não faz exigências desagradáveis; pelo contrário, oferece a mesma coisa que o mundo oferece, só que num plano mais elevado. Tudo o que se supõe ser o desejo do homem mundano é espertamente declarado ser exatamente aquilo que o Evangelho oferece, apenas o produto religioso é de melhor qualidade!
A nova cruz não mata o pecador, somente o redireciona. Ela o traz para uma forma de viver mais divertida e mais limpa, poupando sempre seu amor-próprio. Para o convencido ela diz “Venha e argumente você mesmo com Cristo”; para o egoísta ela diz “Venha, Cristo se orgulha de você”; e para o aventureiro ela diz “Venha e descubra os desafios do companheirismo cristão”. A mensagem cristã é inclinada na direção da “onda” que está em moda, para torná-la apetitosa ao público.
A filosofia que se esconde atrás desta abordagem pode ser sincera, mas a sinceridade não impede que seja falsa. Ela é falsa porque é cega. Ela não conhece, sequer, o significado da cruz.
A velha cruz é um instrumento de morte. Ela garante dar cabo do ser humano de forma rápida e violenta. Nos dias do império romano, quando um homem se punha a carregar uma cruz e descia rua abaixo, é porque já se tinha despedido de seus amigos. Não havia para ele caminho de volta. Ele ia em direção à cova. A cruz não admitia negociação, não modificava sentença, não poupava a ninguém; ela feria o homem, completamente e para sempre. Nunca procurava manter relações amistosas com sua vítima. Agia com dureza e crueldade e quando terminava a sua tarefa, o homem não existia mais.
A raça de Adão está sob sentença de morte. Não existe anistia nem possibilidade de fuga. Deus não aprova qualquer dos frutos do pecado, por mais inocentes que pareçam, ou por mais bonitos que sejam aos olhos do homem. Deus salva o indivíduo destruindo-o e depois erguendo-o da morte para novidade de vida.

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Cristo sofreu por nós (1Pe 2:21)

introdução

A nossa vitória foi ganha graças ao sofrimento e morte do nosso Salvador Jesus Cristo,
seu sofrimento, cumpriu o plano em plena vontade de Deus (Is 53:10)... agradou o Senhor moe-lo.

I) Efeitos da morte de Cristo, para nossas vidas.

1. Levou as nossas dores (Is 53:4,8)
2. Libertou-nos da condenação (Jo 8:32,36)
3. Apagaram nossos pecados (Is 53:12)
4. Garantiu-nos uma nova aliança com Deus (Hb 12:18,24)

* Ele cumpriu a vontade do Pai (Hb 10:07)

II) Ele sofreu antes da cruz

*  Agonia  no getsêmani (sig. no aramaico, goth shemen, lugar do azeite, um jardim ao leste de Jerusalém, além do vale de Cedrom e perto do Monte das Oliveiras (Mt 26:30)

1. Começou a angústiar-se e entristecer (Mt 26:37)
2. Seu suor se tornou em grandes gotas de sangue (Lc 22:44)
3. Su alma estava muito triste (Mt 26:38)

* Foi até o fim porque? Ele pensava em nós.

III) No getsêmani...

1. (agonia) era o calix que Ele tinha que beber... se possível passa de mim este calix (não uma expresso de medo da morte, Jesus estava preparado para sua missão, morrer por cada um de nós (Mc 10:45) Eu vim para dar vida por resgate de muitos.

2. (a decisão) esta iria mudar os rumos de vidas, mudar o rumo da raça humana... depois de orar por 3x (Mt26:42) conclui sua decisão... Seja feita a tua vontade.

IV) Cristo...

* Seu fragelo foi algo sobrenatural, iniciada na calada da noite, quando foi preso, adentrando a noite toda, até a hora da crucificação.

1. Sofrimento Físico/ Diante de Caífas/pilatos foi julgado e submetido a severos castigos, coroa de espinhos, com uma cana (bastão), foi espancado,,fatos que cuminaran na sua morte na cruz.

2. Sofrimento moral /(estava semi-nu, diante de uma multidão irada)...Zombaria por parte dos soldados romanos e sacerdotes e outros... (Sl 22:07)

3. Sofrimento Espiritual /(Mt 27:46) ...Meu Deus, Meu Deus por que me desamparaste.../ aqui entendemos um  pouco o silêncio de Deus (2co 5:19) Ele estava nos reconciliando junto a Deus.

Conclusão

Cristo sofreu pra nos salvar, nos recociliar com Deus, nos garantir o céu,






Hillsong - You are my World

sábado, 23 de outubro de 2010

EU CANTAREI LOUVORES AO SENHOR (Sl 9:1,2)

Introdução

No passado pesavamos como poderia ser possível uma pessoa permanecer, horas cantando e dando glória a Deus.. Que poderia motivar isso?
Chamo de intimidade, com Deus.Então vamos pensar.

I) Que realmente é louvor?

* Bom, vamos pensar em que não é louvor.

1. Dedicar canções a Deus
2. Elogiar-lo com palavras(Deus)
3. Tentar impressiona-lo(Deus)

* Bom, vamos para alguns tópico sobre o louvor verdadeiro

2. O louvor não é opcional, mas sim um dever do cristão
3. O louvor è ter um coração contrido, direcionado a Deus
4. O louvor é um ato de íntima comunhão com Deus.

II) Porque louvar a Deus, muitos se perguntam...

* Eu louvo a Deus porque, eu tenho motivo para louva-lo.

1. Porque Ele é digno  (merecedor) * (Sl 150)
2. Fomos criados para louva-lo (Is 47:7)
3. Porque nos salvou, transformou a nossa vida, vai nos levar para céu (origem do louvor)

III) Efeitos do louvor em nós

* Benção...

1. Realiza milagres
(2 cr 20:21) Rei Josafá ordenou os cantores, ordenado por Deus a cantarem, o Senhor colocou armadilhas contra os inimigos e os derrotou.

2. Louvor traz resposta divina
3. Louvor liberta (ex. Paulo e Silas na prisão(At 16)

4. O louvor nos sintoniza com o céu
(Ap 5) Fala de  milhões de milhões, milhares de milhares, todos louvando ao cordeiro.
(Ap 7) Fala de uma  grande multidão adorando em alta voz.
* Louvar ao Senhor uma das principais funções dos anjos, um privilegio para povo de Deus.

conclusão


 Não é um passatempo (o louvor tem uma grande finalidade diante de Deus)